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	<title>escola | Tags do Blog CEB | Centro Educacional Brandão</title>
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	<description>Conheça o Centro Educacional Brandão que desenvolve e educa as crianças para o futuro em Moema, desde 1972. Atividades que vão do berçário até o Fundamental.</description>
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	<title>escola | Tags do Blog CEB | Centro Educacional Brandão</title>
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	<item>
		<title>A importância da amizade na Educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabrielle Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fundamental 1]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
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					<description><![CDATA[A gente ainda precisa falar sobre a importância da amizade? Sim, mais do que nunca. Ter amigos é cada vez mais importante em um mundo cada vez mais competitivo, sem paciência, de relações ligeiras e superficiais; um tempo em que muitas vezes se trata o outro como objeto, não sujeito; como utilidade, não potência. Amizade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A gente ainda precisa falar sobre a importância da amizade? Sim, mais do que nunca.</p>



<p>Ter amigos é cada vez mais importante em um mundo cada vez mais competitivo, sem paciência, de relações ligeiras e superficiais; um tempo em que muitas vezes se trata o outro como objeto, não sujeito; como utilidade, não potência. Amizade é um oásis em um mundo repleto de ruídos e correria.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ter e ser amigo</h2>



<p>Aprendemos a construir relações de amizade quando ouvimos e deixamos o outro aparecer, quando aceitamos e, mais do que isso, valorizamos nossas diferenças. Muitos dizem que “não amamos por causa de, mas apesar de”. Com amigos também pode ser assim.</p>



<p>É provável que você já tenha ouvido que “os verdadeiros amigos, contamos nos dedos de uma mão”. Pode ser uma boa frase, mas como tantas outras, ela não é verdadeira para todos. Há aqueles que têm muito mais amigos que dedos. Como conseguem? Cada um tem sua receita, mas para merecer algo tão especial como um amigo ou uma amiga, um movimento necessário é o de ser amigo antes de ter. Ser amigo tem a ver com cultivar algumas atitudes diante do mundo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Empatia;</li>



<li>Paciência;</li>



<li>Atenção;</li>



<li>Solidariedade;</li>



<li>Autonomia;</li>



<li>Alteridade.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Cultivar e fazer amizade também se aprende</h2>



<p>Como cultivar amizades pode ser ensinado e quanto mais cedo melhor. Não é necessário nenhum curso com receituário pronto do tipo “como fazer amizade e influenciar pessoas” para isso, mas sim desenvolver algumas atitudes e ampliar a própria visão de mundo. Ter algum parceiro mais experiente nos ajudando a entender isso é muito valioso e a escola é um ótimo lugar para esse aprendizado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">No CEB</h2>



<p>Educar para a amizade é educar para quatro saberes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>•⁠ ⁠Saber aprender: saber abrir-se para novos conhecimentos e pontos-de-vista;</li>



<li>•⁠ ⁠Saber fazer junto: aprender a produzir colaborativamente;</li>



<li>•⁠ ⁠Saber conviver: valorizar os saberes e histórias do outro, enquanto fortalece sua própria voz no mundo;</li>



<li>•⁠ ⁠Saber ser: fortalecendo-se à medida em que amplia sua visão e a capacidade de acolher quem precisa de cuidado.</li>
</ul>



<p>Tanto na Educação Infantil como no Ensino Fundamental há incontáveis oportunidades de aprendizado, inclusive os conflitos cotidianos! Eles são oportunidades de aprender a enxergar o outro, se comunicar sem violência, compartilhar. Nessa fase aprendemos a trabalhar colaborativamente, tudo isso está na base para desenvolvermos a capacidade de termos e sermos amigos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Algumas atividades que potencializam esse desenvolvimento:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>•⁠ ⁠Trabalhos em grupo em que aprendemos a interagir e colaborar e ouvir o outro;</li>



<li>•⁠ ⁠Mostras de trabalhos onde revelamos nossos diferentes talentos e conhecimentos;</li>



<li>•⁠ ⁠Brincadeiras livres: nos conectamos a partir de nossas curiosidades, impulsos e prazer de conviver;</li>



<li>•⁠ ⁠Atividades específicas como natação, inglês e judô em que nos vemos e vemos o outro em situações novas, e nelas interagimos de formas diferentes.</li>
</ul>



<p>O papel da mediação de educadores é fundamental, seja na condução das atividades e promoção das interações, seja com seus próprios exemplos, de seu papel como modelos. Aliás, como tudo na escola, e na vida, educamos mais como modelos e nossas ações do que com palavras. Como estão hoje aqueles que já foram seus amigos para sempre?</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Como é 1º Ano no CEB? | Projetos Multietários" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/QvgclkxKzq8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>No CEB, trabalhamos com projetos multietários, o que muitas vezes estimula novas relações e aprendizados com o outro, como vemos nesse vídeo da série &#8220;Como é o 1º ano no CEB?&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em resumo:</h2>



<p>•⁠ ⁠Ter amigos é cada vez mais importante em um mundo cada vez mais competitivo, sem paciência, de relações ligeiras e superficiais;</p>



<p>•⁠ ⁠Na escola há incontáveis oportunidades de aprendizado para a amizade, inclusive os conflitos cotidianos! Eles são oportunidades de aprender a enxergar o outro, se comunicar sem violência, compartilhar;•⁠ ⁠Ter algum parceiro mais experiente nos ajudando a nos desenvolver para a amizade é muito valioso e a escola é um ótimo lugar para esse aprendizado.</p>
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		<title>Olimpíadas escolares do CEB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[crpmango]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 19:43:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fundamental 1]]></category>
		<category><![CDATA[Fundamental 2]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[olimpíadas]]></category>
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					<description><![CDATA[As Olimpíadas surgiram entre os gregos no século VIII a.C., mas o lema adotado pelo Comitê Olímpico Internacional foi criado no século XIX. “Citius, Altius, Fortius”, ou “mais rápido, mais alto, mais forte”. Embora as olimpíadas escolares, neste caso, a Olimpíada do CEB (OLICEB), sejam uma competição, o espírito dos jogos é o da superação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<ul class="wp-block-list">
<li>•⁠ ⁠<em>Saber ganhar e perder nos fortalece</em></li>
</ul>



<p>As Olimpíadas surgiram entre os gregos no século VIII a.C., mas o lema adotado pelo Comitê Olímpico Internacional foi criado no século XIX. “Citius, Altius, Fortius”, ou “mais rápido, mais alto, mais forte”. Embora as olimpíadas escolares, neste caso, a Olimpíada do CEB (OLICEB), sejam uma competição, o espírito dos jogos é o da superação dos próprios limites, o da inclusão e o fortalecimento dos participantes, que acontece quando aprendem a ganhar e a perder. Assim como acontece nas Olimpíadas, o “fair play” também é valorizado na OLICEB.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Educar em cada oportunidade</h2>



<p>No CEB, como não poderia ser diferente, as olimpíadas escolares têm objetivos a partir de uma intencionalidade educativa:</p>



<p>•⁠ ⁠Reconhecer, aperfeiçoar e respeitar as possibilidades de cada um;<br>•⁠ ⁠Promover a convivência, colaboração e interação entre atletas de diferentes idades;<br>•⁠ ⁠Fortalecer os participantes a partir da promoção da resiliência, disciplina e do autoconhecimento;<br>•⁠ ⁠Promover a compreensão da importância de saber ganhar e perder, se divertir, independentemente dos resultados;<br>•⁠ ⁠Formar competidores éticos e cuidadosos e que aprendam a torcer de maneira saudável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mascote</h3>



<p>A primeira mascote olímpica foi o cachorro Waldi, nos jogos de Munique em 1972. A ideia inicial era que as mascotes remetessem aos sentimentos de alegria e amizade.<br>No CEB, todos os alunos da escola foram convidados a desenhar candidatos a mascote seguindo alguns critérios, especialmente a originalidade. Para isso, eles mesmos se organizaram individualmente ou em grupo. A escolha foi feita em uma eleição aberta a toda comunidade da escola.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Aros e cores</h3>



<p>O símbolo olímpico dos jogos, criado pelo francês Pierre de Coubertin em 1914, são os aros coloridos representando a união dos cinco continentes: azul, a Europa; preto, a África; vermelho, as Américas; amarelo, a Ásia; e verde, a Oceania.<br>Os jogos olímpicos do CEB são disputados por três equipes, cada uma com sua cor, formadas por alunos e alunas de diferentes idades. Ao final, a equipe torna-se vencedora a partir da soma dos esforços de todos os seus componentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Juramento</h3>



<p>O próprio juramento olímpico aponta para os mesmos ideais seguidos no CEB:<br>“A coisa mais importante nos Jogos Olímpicos não é vencer, mas participar, assim como a coisa mais importante na vida não é o triunfo, mas a luta. O essencial não é ter vencido, mas ter lutado bem.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">As olimpíadas escolares no CEB:</h2>



<p>A partir do Minigrupo até o 9⁠º ano, durante uma semana, todos alunos e alunas do CEB são atletas das Olimpíadas da escola.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Modalidades</h3>



<p>Atletismo, Basquetebol, Mini basquete, Futebol, Mini futebol, Voleibol, Mini voleibol, Natação, Judô, Tênis de Mesa, Badmínton e Câmbio (adaptação do Voleibol).</p>



<p><a href="https://escolaceb.com.br/blog/">Leia mais sobre assuntos do CEB no nosso blog aqui.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Em resumo:</h2>



<p>•⁠ ⁠A OLICEB tem objetivos claros a partir de uma intencionalidade educativa;<br>•⁠ ⁠O espírito dos jogos é o da superação dos próprios limites, o da inclusão e o do fortalecimento de quem participa: aprender a ganhar e a perder nos fortalece.</p>
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		<title>Sem uniforme, mais reflexão  </title>
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		<dc:creator><![CDATA[crpmango]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 08:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Fundamental 1]]></category>
		<category><![CDATA[Fundamental 2]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
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					<description><![CDATA[- Com que roupa vou? Uma simples pergunta é uma oportunidade de aprendizado. &#160; Quando chegamos em um lugar em que esperamos ver pessoas com uniforme e isso não acontece, a primeira impressão pode ser a de que há um ar de desleixo ou desorganização.&#160; Quando se trata de uma escola que não exige o uso de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>- <em>Com que roupa vou? Uma simples pergunta é uma oportunidade de aprendizado. </em>&nbsp;</p>
</blockquote>



<p>Quando chegamos em um lugar em que esperamos ver pessoas com uniforme e isso não acontece, a primeira impressão pode ser a de que há um ar de desleixo ou desorganização.&nbsp;</p>



<p>Quando se trata de uma escola que não exige o uso de uniforme, o visitante pode até pensar que é um lugar onde não se exige disciplina, onde não se valoriza regras. Normalmente é o oposto disso. Já que quando uma escola escolhe não exigir alunos uniformizados, ela se impõe mais trabalho educacional.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mais uma oportunidade de aprender</strong>&nbsp;</h2>



<p>Tudo o que acontece em uma escola é (ou deveria ser) intencionalmente construído. Todas as oportunidades de educar deveriam ser bem-vindas e aproveitadas. A questão da não obrigatoriedade do uso do uniforme é uma forma de proporcionar aos alunos mais um momento de reflexão ao se verem obrigados a escolher uma roupa para seu local de trabalho. Vou privilegiar o conforto? Qual é a importância da aparência? O que é apropriado usar? &nbsp;</p>



<p>Nessa escolha, há a dimensão do estilo próprio que ele pode querer projetar, inclusive usar a roupa como uma forma de chamar a atenção, expressar um sentimento, protestar ou se afirmar, correndo o risco de gerar um conflito devido a uma possível inadequação. &nbsp;</p>



<p>Especialmente sensível para o jovem, ser aceito pelo grupo também passa pela forma de se vestir. É uma chance de se perguntar: qual é a importância da opinião dos outros? Qual é a imagem que quero projetar? São escolhas diárias que podem nos ajudar a desenvolver independência, responsabilidade e autoconhecimento.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>No CEB</strong>&nbsp;</h2>



<p>No CEB, os alunos não são obrigados a usar uniforme escolar.&nbsp;</p>



<p>Os alunos são encorajados a escolher roupas confortáveis, como camisetas, agasalhos, calças e bermudas, shorts mais longos, de moletom ou malha.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Se a escola considerar uma roupa inadequada, o aluno é chamado para uma conversa.&nbsp;</p>



<p>Os alunos devem usar, preferencialmente, o tênis como calçado. Sandálias também podem ser usadas. Não são permitidos chinelos, sapatos de solado escorregadio e saltos.&nbsp;</p>



<p>Para algumas atividades há necessidade de uso de uniforme específico. Neste caso, o professor orienta quanto à roupa mais adequada.&nbsp;</p>



<p>Todos os alunos devem ter uma camiseta do CEB, usada em eventos internos ou externos e em todas as atividades extraclasse (saídas) realizadas pela escola. A camiseta do CEB não pode ser “customizada”, tem que ser mantida em seu modelo original.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Em resumo:</strong>&nbsp;</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8211; Quando uma escola escolhe não exigir uniforme, ela se impõe mais trabalho educacional;&nbsp;</li>



<li>&#8211; A questão da não obrigatoriedade do uso do uniforme é uma forma de proporcionar aos alunos mais um momento de reflexão;&nbsp;</li>



<li>&#8211; São escolhas diárias que podem nos ajudar a desenvolver independência, responsabilidade e autoconhecimento.&nbsp;</li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Por que não usamos uniforme na nossa escola?" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/q_gnueFEInU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Marta, nossa diretora, diz o que há por trás da não obrigatoriedade do uso do uniforme no CEB.</p>
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			</item>
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		<title>(Re)adaptação, cada caso é um caso: a Ansiedade de Separação</title>
		<link>https://escolaceb.com.br/readaptacao-cada-caso-e-um-caso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[crpmango]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jul 2024 14:20:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8211; Boa aula.&#160; &#8211; Tá, tchau.&#160; &#8211; Volta aqui, me dá um beijo!&#160; É comum uma brincadeira entre as famílias na porta da escola: pais e mães dizem não saber se ficam alegres ou tristes quando os filhos querem logo se soltar de seus braços e correr para dentro da escola. Mas isso pode ter a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8211; <em>Boa aula.</em>&nbsp;</p>



<p><em>&#8211; Tá, tchau.</em>&nbsp;</p>



<p><em>&#8211; Volta aqui, me dá um beijo!</em>&nbsp;</p>
</blockquote>



<p>É comum uma brincadeira entre as famílias na porta da escola: pais e mães dizem não saber se ficam alegres ou tristes quando os filhos querem logo se soltar de seus braços e correr para dentro da escola. Mas isso pode ter a ver com a ansiedade de separação.</p>



<p>Claro que há uma alegria em ver filhos e filhas querendo entrar na escola! Mas há crianças (ou famílias) que demoram um pouco mais na (re)adaptação ao cotidiano escolar. No início do ano a ansiedade de separação é relativamente comum, o mesmo acontece no primeiro ano em uma nova escola. Se essa angústia causada pela separação demora mais para deixar de acontecer ou, mais importante, passa a existir depois de um período de “normalidade”, é fundamental entender o que está acontecendo. Trocar impressões com a escola é fundamental. Em casos mais recorrentes e severos, outra possibilidade é procurar ajuda profissional. Mesmo em casos mais leves, vamos chamar assim, é importante prestar atenção aos sinais que essa resistência de entrar na escola pode conter.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A criança está sendo acolhida pelos colegas?&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Há questões de bullying ou algum tipo de constrangimento?&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como está o desempenho acadêmico?&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A escola tem conhecimento e como tem atuado nessa situação?&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A família tem demonstrado segurança no momento da despedida?&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>É uma questão mais ligada a deixar a casa do que ir para a escola? Há algum sinal de carência ou dificuldade de ficar só? Será um apego à rotina de casa, com seu sossego, jogos, internet?&nbsp;</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A família</strong>&nbsp;</h2>



<p>É essencial a própria família passar a tranquilidade com o processo de adaptação, acolhendo as inseguranças e demonstrando atenção aos sinais que a criança está emitindo. A atitude da família no momento da despedida, pode interferir bastante no “como” seu filho viverá o desafio da adaptação e do enfrentamento de uma situação nova para ele. Várias atitudes podem ajudar nesse momento:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como acontece com quase todas as situações do desenvolvimento infantil, o importante é conversar, tanto para entender o que está acontecendo quanto para tranquilizar a criança, preparando-a para as inúmeras mudanças que vai enfrentar ao longo da vida;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>É muito importante combinar a despedida. Vale antecipar o que acontecerá, por exemplo: “chegaremos na escola, você será acolhido, ficará até determinado horário, voltarei para lhe pegar&#8230;” Chegar no horário combinado, é muito importante!&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Também é útil realizar alguns combinados, tais como marcar um passeio ao final das atividades escolares, ou mesmo, se a escola achar adequado, combinar um encontro no horário do recreio, por exemplo;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Importante também é fazer uma readequação da rotina em casa para facilitar a adaptação aos horários da escola, como dormir e tomar café da manhã mais cedo. Ajuda a criança estar mais disposta e desperta no horário de sair de casa;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A parceria com a escola é fundamental, então converse com os educadores sobre o processo de seu filho ou filha. Combine estratégias para ação em comum.&nbsp;</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>No CEB</strong>: Como lidamos com a Ansiedade de Separação?</h2>



<p>Como se diz, “cada caso é um caso”, então, em uma situação como essa, olhamos para a criança e para a família sem pressa de aplicar qualquer modelo. Um exemplo disso foi um aluno do 1º ano do Fundamental, para quem sentimos a necessidade de um encontro com a mãe ao longo do dia, dentro da escola, o que normalmente não ocorre. Assim foi feito, em pouco todos ficaram satisfeitos e o problema foi resolvido. O princípio é dar o passo conforme a necessidade e a capacidade.&nbsp;</p>



<p>Uma criança que passa por um período em que precisa se (re)adaptar à vida escolar requer uma presença mais próxima dos educadores e assim é combinado entre todos. Alguém que vai até a criança e deseja um bom dia, outros se aproximam para conversar ao longo do dia. São ações que podem ser simples, mas têm grande força quando feitas de modo intencional e articulado pela equipe escolar.&nbsp;</p>



<p>Há casos em que são necessárias outras estratégias ou reuniões com a família. O importante é nos lembrarmos que mesmo nós adultos passamos por mudanças e temos nossas dificuldades que são naturais.&nbsp;</p>



<p><a href="https://escolaceb.com.br/blog/">Leia mais matérias sobre escola e educação infantil aqui.</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Em resumo:</strong>&nbsp;</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Preste atenção aos sinais que essa resistência de entrar na escola pode conter;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Situações de ansiedade de separação exigem estratégias individualizadas;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>É essencial a família e escola passarem a tranquilidade com o processo de adaptação, acolhendo as inseguranças e demonstrando atenção.&nbsp;</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Ler é bom demais. E pode ajudar a conversar com as crianças.</title>
		<link>https://escolaceb.com.br/ler-e-bom-demais-e-pode-ajudar-a-conversar-com-as-criancas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[crpmango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 17:03:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[ler]]></category>
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					<description><![CDATA[“Mas nem tudo que é sonhado&#160; De fato é realizado&#160; Gregório Herman, coitado,&#160; Era um galo desafinado”&#160; Trecho da obra “Um galo desafinado”, de Ivo Minkovicius&#160;&#160; Os livros podem ajudar muito quando queremos introduzir ou discutir um assunto com jovens e crianças. A chegada de um irmãozinho ou a morte de alguém querido são exemplos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>“Mas nem tudo que é sonhado</em>&nbsp;</p>



<p><em>De fato é realizado</em>&nbsp;</p>



<p><em>Gregório Herman, coitado,</em>&nbsp;</p>



<p><em>Era um galo desafinado”</em>&nbsp;</p>



<p><em>Trecho da obra “Um galo desafinado”, de Ivo Minkovicius&nbsp;</em>&nbsp;</p>



<p>Os livros podem ajudar muito quando queremos introduzir ou discutir um assunto com jovens e crianças. A chegada de um irmãozinho ou a morte de alguém querido são exemplos de temas que a companhia de um livro pode facilitar um começo de conversa.&nbsp;</p>



<p>O texto escrito traz reflexões e elaborações que clareiam o assunto, que apontam caminhos a serem pensados e debatidos com as crianças. Muitas vezes, os livros trazem a leveza do universo infantil a questões mais difíceis. Introduzir uma conversa com o uso do livro serve para crianças leitoras ou não, e neste caso, um adulto pode intermediar a leitura.&nbsp;</p>



<p>O primeiro passo é a escolha cuidadosa de um livro. Como são os personagens, eles poderão atrair o interesse da criança? Quem é o autor, como ele costuma tratar o tipo de tema sobre o qual queremos conversar? A forma como o livro desenvolve o assunto tem relação com a realidade da criança? A linguagem é apropriada ao momento da criança, à sua faixa etária? A adequação do livro depende da sensibilidade dos adultos e, principalmente, do conhecimento sobre a criança a qual a obra será apresentada.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um presente para a vida toda</strong>&nbsp;</h2>



<p>Intermediar o encontro da criança com os livros, seja como leitor intermediador, seja pela sugestão de títulos, é uma ótima chance de cultivar um hábito importantíssimo para a vida toda. Não há questão humana que não esteja tratada na literatura. E cada uma delas, tratada de formas diversas, com profundidades variadas, com linguagens acessíveis para todas as idades. Tudo está nos livros!&nbsp;<br>Outra vantagem de um adulto assumir o papel de apresentar livros a crianças é a oportunidade de ele próprio retomar o hábito de leitura.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os livros são grandes companheiros</strong>&nbsp;</h2>



<p>Quem tem um livro nas mãos nunca está sozinho, seja num hotel, numa fila ou na praia. O livro respeita o ritmo do leitor, que pode ler e reler; ele abre espaço para a imaginação, não fecha as possibilidades de interpretação. Um bom livro convida o leitor a “escrevê-lo junto”, pois cada um levará algo diferente do livro, dependendo de sua vivência, de sua visão de mundo, que, aliás, sempre fica maior depois de fechar a última página.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Em resumo:&nbsp;</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os livros podem nos ajudar muito a iniciar uma conversa com as crianças;&nbsp;</li>



<li>A escolha dos livros depende de vários fatores, principalmente o conhecimento sobre a criança a qual ele será apresentado;&nbsp;</li>



<li>O hábito da leitura é um presente para a vida toda, e os adultos têm muito a ver com isso;&nbsp;</li>



<li>Os bons livros são grandes e generosos companheiros.&nbsp;</li>
</ul>
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		<title>Promover a autonomia infantil: mais fácil falar que fazer </title>
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		<dc:creator><![CDATA[crpmango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 12:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
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<p><em>&#8211; Os bons pais e mães e professores são aqueles que trabalham para se tornarem desnecessários nas vidas dos filhos e alunos.</em>&nbsp;</p>



<p>Uma pessoa autônoma é capaz de tomar decisões por conta própria sabendo quais serão as consequências. Ela não precisa que alguém a esteja controlando ao fazer algo. Mais do que isso, sabe o que é certo e errado, faz conscientemente suas opções, pois acredita que é o melhor a ser feito, que isso combina com sua vida e valores.&nbsp;</p>



<p>O desenvolvimento da autonomia nas crianças é um trabalho conjunto entre famílias e escola e está ligado às relações que os alunos e alunas têm em casa e no ambiente escolar. </p>



<p><strong>Família</strong>&nbsp;</p>



<p>É muito comum conversar com pais e mães que, orgulhosos, contam das conquistas que seus filhos têm tido quando se fala de independência: já não usa fralda! Já se alimenta sozinho! Já não precisa que a gente peça para arrumar seu armário, nem que a gente mande estudar. Às vezes não é tão simples assim. </p>



<p>Os bons pais e mães são aqueles que trabalham para se tornarem desnecessários nas vidas dos filhos e isso é cultivar a autonomia. Há uma grande beleza nesse gesto. Embora seja um dos processos mais difíceis na educação, é um desejo de toda, ou quase toda família, já que há um pouco de dor em ver nossos filhos crescendo, tornando-se independentes.  </p>



<p>Por que é tão comum entre adultos desejarem a autonomia de seus filhos, mas terem grande dificuldade em deixar que eles cresçam? Não são poucos os casos em que as crianças já não precisam ser alimentadas na boca, mas continuam sendo; que não precisam dormir acompanhadas, mas continuam, etc. Será que é para “garantir” que comam, que durmam? </p>



<p>No entanto, é comum ver famílias que dão independência quase irrestrita quanto ao uso da tecnologia. Por que essas duas atitudes tão diferentes? Por que a presença é necessária para comer, mas não para controlar os ambientes virtuais frequentados pela criança, que são os locais onde elas se alimentam virtualmente? Por que fazemos essas escolhas? </p>



<p>Será que é porque temos a necessidade de fazermos os nossos filhos felizes e entendemos que eles devem “fazer o que todos fazem”? Será que é porque temos mais conforto em fazer algumas coisas do que outras, já que parece ser mais fácil manipular garfos e colheres do que entender alguns aplicativos. Isso também pode ter a ver com o adiamento de termos conversas difíceis com nossos filhos, tais como restrição a redes sociais. É preciso enfrentar nossas próprias dificuldades para promovermos a autonomia dos filhos. </p>



<p><strong>Em resumo:</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O desenvolvimento da autonomia nas crianças é um trabalho conjunto entre famílias e escola;&nbsp;</li>



<li>É preciso enfrentar nossas próprias dificuldades para promovermos a autonomia infantil; </li>



<li>Os bons pais e mães e professores são aqueles que trabalham para se tornarem desnecessários nas vidas dos filhos e alunos.&nbsp;</li>
</ul>
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