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	<title>Família | Tags do Blog CEB | Centro Educacional Brandão</title>
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	<description>Conheça o Centro Educacional Brandão que desenvolve e educa as crianças para o futuro em Moema, desde 1972. Atividades que vão do berçário até o Fundamental.</description>
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	<title>Família | Tags do Blog CEB | Centro Educacional Brandão</title>
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		<title>(Re)adaptação, cada caso é um caso: a Ansiedade de Separação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[crpmango]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jul 2024 14:20:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8211; Boa aula.&#160; &#8211; Tá, tchau.&#160; &#8211; Volta aqui, me dá um beijo!&#160; É comum uma brincadeira entre as famílias na porta da escola: pais e mães dizem não saber se ficam alegres ou tristes quando os filhos querem logo se soltar de seus braços e correr para dentro da escola. Mas isso pode ter a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8211; <em>Boa aula.</em>&nbsp;</p>



<p><em>&#8211; Tá, tchau.</em>&nbsp;</p>



<p><em>&#8211; Volta aqui, me dá um beijo!</em>&nbsp;</p>
</blockquote>



<p>É comum uma brincadeira entre as famílias na porta da escola: pais e mães dizem não saber se ficam alegres ou tristes quando os filhos querem logo se soltar de seus braços e correr para dentro da escola. Mas isso pode ter a ver com a ansiedade de separação.</p>



<p>Claro que há uma alegria em ver filhos e filhas querendo entrar na escola! Mas há crianças (ou famílias) que demoram um pouco mais na (re)adaptação ao cotidiano escolar. No início do ano a ansiedade de separação é relativamente comum, o mesmo acontece no primeiro ano em uma nova escola. Se essa angústia causada pela separação demora mais para deixar de acontecer ou, mais importante, passa a existir depois de um período de “normalidade”, é fundamental entender o que está acontecendo. Trocar impressões com a escola é fundamental. Em casos mais recorrentes e severos, outra possibilidade é procurar ajuda profissional. Mesmo em casos mais leves, vamos chamar assim, é importante prestar atenção aos sinais que essa resistência de entrar na escola pode conter.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A criança está sendo acolhida pelos colegas?&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Há questões de bullying ou algum tipo de constrangimento?&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como está o desempenho acadêmico?&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A escola tem conhecimento e como tem atuado nessa situação?&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A família tem demonstrado segurança no momento da despedida?&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>É uma questão mais ligada a deixar a casa do que ir para a escola? Há algum sinal de carência ou dificuldade de ficar só? Será um apego à rotina de casa, com seu sossego, jogos, internet?&nbsp;</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A família</strong>&nbsp;</h2>



<p>É essencial a própria família passar a tranquilidade com o processo de adaptação, acolhendo as inseguranças e demonstrando atenção aos sinais que a criança está emitindo. A atitude da família no momento da despedida, pode interferir bastante no “como” seu filho viverá o desafio da adaptação e do enfrentamento de uma situação nova para ele. Várias atitudes podem ajudar nesse momento:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como acontece com quase todas as situações do desenvolvimento infantil, o importante é conversar, tanto para entender o que está acontecendo quanto para tranquilizar a criança, preparando-a para as inúmeras mudanças que vai enfrentar ao longo da vida;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>É muito importante combinar a despedida. Vale antecipar o que acontecerá, por exemplo: “chegaremos na escola, você será acolhido, ficará até determinado horário, voltarei para lhe pegar&#8230;” Chegar no horário combinado, é muito importante!&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Também é útil realizar alguns combinados, tais como marcar um passeio ao final das atividades escolares, ou mesmo, se a escola achar adequado, combinar um encontro no horário do recreio, por exemplo;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Importante também é fazer uma readequação da rotina em casa para facilitar a adaptação aos horários da escola, como dormir e tomar café da manhã mais cedo. Ajuda a criança estar mais disposta e desperta no horário de sair de casa;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A parceria com a escola é fundamental, então converse com os educadores sobre o processo de seu filho ou filha. Combine estratégias para ação em comum.&nbsp;</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>No CEB</strong>: Como lidamos com a Ansiedade de Separação?</h2>



<p>Como se diz, “cada caso é um caso”, então, em uma situação como essa, olhamos para a criança e para a família sem pressa de aplicar qualquer modelo. Um exemplo disso foi um aluno do 1º ano do Fundamental, para quem sentimos a necessidade de um encontro com a mãe ao longo do dia, dentro da escola, o que normalmente não ocorre. Assim foi feito, em pouco todos ficaram satisfeitos e o problema foi resolvido. O princípio é dar o passo conforme a necessidade e a capacidade.&nbsp;</p>



<p>Uma criança que passa por um período em que precisa se (re)adaptar à vida escolar requer uma presença mais próxima dos educadores e assim é combinado entre todos. Alguém que vai até a criança e deseja um bom dia, outros se aproximam para conversar ao longo do dia. São ações que podem ser simples, mas têm grande força quando feitas de modo intencional e articulado pela equipe escolar.&nbsp;</p>



<p>Há casos em que são necessárias outras estratégias ou reuniões com a família. O importante é nos lembrarmos que mesmo nós adultos passamos por mudanças e temos nossas dificuldades que são naturais.&nbsp;</p>



<p><a href="https://escolaceb.com.br/blog/">Leia mais matérias sobre escola e educação infantil aqui.</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Em resumo:</strong>&nbsp;</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Preste atenção aos sinais que essa resistência de entrar na escola pode conter;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Situações de ansiedade de separação exigem estratégias individualizadas;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>É essencial a família e escola passarem a tranquilidade com o processo de adaptação, acolhendo as inseguranças e demonstrando atenção.&nbsp;</li>
</ul>
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		<title>Promover a autonomia infantil: mais fácil falar que fazer </title>
		<link>https://escolaceb.com.br/como-promover-a-autonomia-infantil-mais-facil-falar-que-fazer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[crpmango]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 12:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8211; Os bons pais e mães e professores são aqueles que trabalham para se tornarem desnecessários nas vidas dos filhos e alunos.&#160; Uma pessoa autônoma é capaz de tomar decisões por conta própria sabendo quais serão as consequências. Ela não precisa que alguém a esteja controlando ao fazer algo. Mais do que isso, sabe o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>&#8211; Os bons pais e mães e professores são aqueles que trabalham para se tornarem desnecessários nas vidas dos filhos e alunos.</em>&nbsp;</p>



<p>Uma pessoa autônoma é capaz de tomar decisões por conta própria sabendo quais serão as consequências. Ela não precisa que alguém a esteja controlando ao fazer algo. Mais do que isso, sabe o que é certo e errado, faz conscientemente suas opções, pois acredita que é o melhor a ser feito, que isso combina com sua vida e valores.&nbsp;</p>



<p>O desenvolvimento da autonomia nas crianças é um trabalho conjunto entre famílias e escola e está ligado às relações que os alunos e alunas têm em casa e no ambiente escolar. </p>



<p><strong>Família</strong>&nbsp;</p>



<p>É muito comum conversar com pais e mães que, orgulhosos, contam das conquistas que seus filhos têm tido quando se fala de independência: já não usa fralda! Já se alimenta sozinho! Já não precisa que a gente peça para arrumar seu armário, nem que a gente mande estudar. Às vezes não é tão simples assim. </p>



<p>Os bons pais e mães são aqueles que trabalham para se tornarem desnecessários nas vidas dos filhos e isso é cultivar a autonomia. Há uma grande beleza nesse gesto. Embora seja um dos processos mais difíceis na educação, é um desejo de toda, ou quase toda família, já que há um pouco de dor em ver nossos filhos crescendo, tornando-se independentes.  </p>



<p>Por que é tão comum entre adultos desejarem a autonomia de seus filhos, mas terem grande dificuldade em deixar que eles cresçam? Não são poucos os casos em que as crianças já não precisam ser alimentadas na boca, mas continuam sendo; que não precisam dormir acompanhadas, mas continuam, etc. Será que é para “garantir” que comam, que durmam? </p>



<p>No entanto, é comum ver famílias que dão independência quase irrestrita quanto ao uso da tecnologia. Por que essas duas atitudes tão diferentes? Por que a presença é necessária para comer, mas não para controlar os ambientes virtuais frequentados pela criança, que são os locais onde elas se alimentam virtualmente? Por que fazemos essas escolhas? </p>



<p>Será que é porque temos a necessidade de fazermos os nossos filhos felizes e entendemos que eles devem “fazer o que todos fazem”? Será que é porque temos mais conforto em fazer algumas coisas do que outras, já que parece ser mais fácil manipular garfos e colheres do que entender alguns aplicativos. Isso também pode ter a ver com o adiamento de termos conversas difíceis com nossos filhos, tais como restrição a redes sociais. É preciso enfrentar nossas próprias dificuldades para promovermos a autonomia dos filhos. </p>



<p><strong>Em resumo:</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O desenvolvimento da autonomia nas crianças é um trabalho conjunto entre famílias e escola;&nbsp;</li>



<li>É preciso enfrentar nossas próprias dificuldades para promovermos a autonomia infantil; </li>



<li>Os bons pais e mães e professores são aqueles que trabalham para se tornarem desnecessários nas vidas dos filhos e alunos.&nbsp;</li>
</ul>
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		<title>Férias: que tal jogar tempo fora juntos?  </title>
		<link>https://escolaceb.com.br/ferias-que-tal-jogar-tempo-fora-juntos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[crpmango]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Dec 2023 15:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8211; Divertir-se, aprender e descansar rompendo padrões.&#160; Durante o ano todo, levamos uma vida superestruturada. O dia já nasce ocupado, do momento que saímos do quarto até voltarmos a ele para dormir. Escola, cursos, atendimentos, trabalho, compras. Como fica a convivência em família?&#160; Quando chegam as férias, há muito o que fazer: viajar para conhecer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8211; <em>Divertir-se, aprender e descansar rompendo padrões.</em>&nbsp;</p>



<p>Durante o ano todo, levamos uma vida superestruturada. O dia já nasce ocupado, do momento que saímos do quarto até voltarmos a ele para dormir. Escola, cursos, atendimentos, trabalho, compras. Como fica a convivência em família?&nbsp;</p>



<p>Quando chegam as férias, há muito o que fazer: viajar para conhecer lugares ou voltar a lugares em que fomos felizes, visitar amigos e parentes. Raramente iniciamos as férias com uma agenda vazia. Que tal tentar fazer isso uma vez? Seria romper um padrão que orienta nossas ações, ano após ano, há muito tempo. Seria uma oportunidade de inventarmos juntamente com nossos filhos novas possibilidades de vivências conjuntas, de convivência. </p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Que tal viver juntos o diferente, o inusitado, o ócio?</strong>&nbsp;</h2>



<p>Hotéis cheios de atividades e estímulos podem ser divertidos: contamos com recreadores e atividades programadas para entreter toda a família; mas que tal aproveitar o momento das férias para estarmos juntos com eles sem a intermediação de profissionais da diversão ou mesmo da escola?&nbsp;</p>



<p>Quando não há ninguém para planejar a forma como iremos nos divertir/distrair, cabe a nós (e a nossos filhos) a preocupação de usufruir do tempo que temos livre.&nbsp;</p>



<p>Pode ser desafiador, mas certamente é uma chance de nos fazer aprender juntos a criar oportunidades de conhecer, se divertir ou até não fazer nada, que seria algo pouco usual.&nbsp;</p>



<p>Outra maneira de passarmos as férias é proporcionarmos encontros diários entre nossos filhos e outras crianças ou jovens da mesma idade; mas conviver com crianças da mesma idade já é comum durante as aulas, o diferente talvez seja estar com pessoas de outras idades: pais, mães, tios, tias, avôs e avós, primos bem mais velhos ou muito mais jovens. Ou seja, ter vivências que somente acontecem no espaço da família, que não podem ser experimentadas no cotidiano escolar. </p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qualidade x quantidade</strong>&nbsp;</h2>



<p>Há uma discussão tão antiga quanto recorrente quando falamos da convivência entre filhos e pais e mães ocupados: o que é mais importante, qualidade ou quantidade de convivência? Essa escolha é realmente necessária? De qualquer forma, é difícil medirmos qualidade, algo tão subjetivo. Uma coisa é certa: quantidade é fundamental!&nbsp;</p>



<p>Naquele tempo “jogado fora”, quando estamos relaxados e sem distrações externas, é quando temos a chance de nos conhecer melhor. As oportunidades mais adequadas para cultivarmos esses momentos acontecem nas férias. Então, agora temos mais uma chance de jogarmos “tempo fora” juntos com nossos filhos. Que tal? </p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Em resumo:</strong>&nbsp;</h2>



<p>&#8211; É no tempo “jogado fora”, quando estamos relaxados e sem distrações externas, é que temos a chance de nos conhecer melhor e aprofundar vínculos; </p>



<p>&#8211; Que tal se divertir, aprender e descansar rompendo os padrões do ano?; </p>



<p>&#8211; Que tal abrir mão de terceiros planejando nossas diversões? </p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Datas comemorativas: respeito às várias formas de comemorar</title>
		<link>https://escolaceb.com.br/datas-comemorativas-escolares-importancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[crpmango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 15:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Fundamental 1]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
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					<description><![CDATA[Há vários tipos de datas comemorativas: cívicas, religiosas, familiares e comerciais.&#160;Muitas famílias ainda têm a memória da infância em que eram comemoradas datas na escola, daí é natural esperar que seus filhos tenham essa vivência. No CEB, pensa-se na origem e natureza de cada data antes da pergunta: qual deve ser o papel de uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há vários tipos de datas comemorativas: cívicas, religiosas, familiares e comerciais.&nbsp;<br>Muitas famílias ainda têm a memória da infância em que eram comemoradas datas na escola, daí é natural esperar que seus filhos tenham essa vivência. No CEB, pensa-se na origem e natureza de cada data antes da pergunta: qual deve ser o papel de uma escola frente a elas?&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Datas religiosas</strong>&nbsp;</h3>



<p>Quanto às datas religiosas, o valor mais importante é o respeito às crenças de cada família. Em uma escola laica, há os que professam diversas religiões, com maior ou menor envolvimento: católicos, evangélicos, judeus, budistas, de matriz africana, entre outras. Além das famílias ateias. Portanto, a posição do CEB é respeitar as particularidades das famílias e não mobilizar a escola toda em uma data religiosa. Ainda assim, na Páscoa cristã é oferecido um chocolate a cada aluno.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Datas ligadas à família</strong>&nbsp;</h3>



<p>Dia das Mães e Dia dos Pais são datas cuja importância varia para cada família. Vemos que na sociedade há uma crescente diversidade em relação à formação familiar, seja por questões de gênero, seja por uma mesma pessoa formar famílias diferentes devido a mais de um casamento, seja por falecimento de um dos responsáveis, entre outras situações. O CEB respeita essas diversas dinâmicas e situações, portanto não mobiliza a escola toda para essas celebrações, deixando para a intimidade do ambiente familiar. No entanto, a escola marca essa data oferecendo uma lembrança simbólica a cada mãe ou pai. É uma delicadeza da escola para simbolizar datas que em geral reúnem um afeto especial.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Datas cívicas</strong>&nbsp;</h3>



<p>A escola não para suas atividades cotidianas para comemorações coletivas de datas cívicas, como Dia da Independência ou da República. No entanto, por trás dessas datas está a valorização da cidadania, que é trabalhada sistematicamente, em todos os níveis escolares, por meio dos mais diversos temas: democracia, respeito, debate sobre direitos e deveres, a valorização da convivência harmoniosa e a importância da comunidade.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Projetos e atividades de sala de aula</strong>&nbsp;</h3>



<p>O CEB promove projetos no contexto de sala de aula ou que envolvem um conjunto de salas cujos temas se relacionam aos valores que devem ser trabalhados, diariamente, e não somente em dias específicos, como ocorre em datas comemorativas. São dinâmicas mais próprias a uma reflexão aprofundada sobre as datas, sem a mobilização de toda a escola.&nbsp;</p>



<p>Um valor fundamental da escola é a autonomia dos educadores que podem promover atividades pontuais em suas classes, como em atividades envolvendo também datas comemorativas, em produções artísticas ou debates, por exemplo. O ambiente de sala de aula é favorável a observar e respeitar as particularidades de cada estudante, e trabalhar a partir delas.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Em resumo</strong>&nbsp;</h3>



<p>-       No CEB, pensa-se na origem e natureza de cada data comemorativa antes da pergunta: qual deve ser o papel de uma escola frente a elas?&nbsp;<br>-       A posição do CEB é respeitar as particularidades de cada família e não mobilizar a escola toda em datas comemorativas;&nbsp;<br>-       Mesmo sem mobilização de toda a escola, há pequenas ações que podem marcar, ao longo do ano todo, valores que, muitas vezes, são trabalhados apenas em datas específicas, como em datas comemorativas;&nbsp;<br>-    Por opção dos professores, há atividades pedagógicas no ambiente da sala de aula que podem abordar, inclusive, as datas comemorativas. &nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dependência tecnológica </title>
		<link>https://escolaceb.com.br/dependencia-tecnologica-como-agir-com-os-filhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[crpmango]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 19:13:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Fundamental 1]]></category>
		<category><![CDATA[Fundamental 2]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
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					<description><![CDATA[Numa casa qualquer:&#160; Há muito o que dizer sobre as causas mais profundas para uma dependência, seja química, comportamental ou tecnológica, por exemplo. Mesmo sem compreender totalmente o que nos leva a ter um comportamento compulsivo quanto ao uso de recursos tecnológicos, um senso de urgência se impõe para atuarmos no enfrentamento desse crescente problema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Numa casa qualquer:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>&#8211; <em>Larga esse celular.</em> </li>



<li>&#8211; <em>Mãe, já vai…</em> </li>



<li> &#8211; <em>Você disse isso faz meia hora!  </em>  </li>
</ul>



<p>Há muito o que dizer sobre as causas mais profundas para uma dependência, seja química, comportamental ou tecnológica, por exemplo. Mesmo sem compreender totalmente o que nos leva a ter um comportamento compulsivo quanto ao uso de recursos tecnológicos, um senso de urgência se impõe para atuarmos no enfrentamento desse crescente problema entre crianças e jovens (e adultos, mas essa é outra história). </p>



<p>Várias pesquisas ligam o uso excessivo da tecnologia com a ansiedade e depressão, e as crianças são mais vulneráveis a comportamentos compulsivos, especialmente aquelas mais tímidas, que não se sentem pertencentes e com déficit de habilidades sociais. </p>



<p>Algumas habilidades sociais prejudicadas pela dependência tecnológica:&nbsp;</p>



<p>&#8211; Empatia: capacidade de se colocar no lugar do outro e buscar reconhecer seus sentimentos e necessidades; <br>&#8211; Comunicação: expressar o que pensa com clareza, mas também saber, querer e escutar o que o outro tem a dizer;  <br>&#8211; Assertividade: demonstração de segurança ao se posicionar, respeitando opiniões e direitos; <br>&#8211; Positividade: disposição de avaliar positivamente os diversos aspectos da vida; <br>&#8211; Civilidade: conjunto de atos para demonstrar respeito e consideração. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Jogos </h3>



<p>Um papel central nessa dependência é o dos jogos e seus sistemas de recompensas, o que potencializa o vício digital. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já incluiu o uso abusivo desses jogos na “Classificação Internacional de Doenças” (CID), na seção de transtornos que provocam vícios. A própria busca por recompensa, (likes) em redes sociais também é um importante fator de abuso no uso da internet.&nbsp;</p>



<p>São muitos os relatos que mostram uma crescente reclusão de jovens motivada pelo engajamento em ambientes de jogos on-line. Quanto menor é o contato direto com crianças e jovens, mais difícil para famílias e educadores perceberem mudanças de humor, comportamentos agressivos ou outros que possam indicar algum desequilíbrio, impedindo ou retardando a ação de adultos no sentido de ajudar e prevenir possíveis futuros transtornos associados a comportamentos antissociais. </p>



<h3 class="wp-block-heading">On-line 24 horas  </h3>



<p>Outro problema da falta de limites para experiências digitais é o preenchimento obsessivo de cada espaço vazio em nosso cotidiano, ocupado por ação/reação que jogos e interações digitais promovem. Não bastasse ocupar totalmente os espaços, agora ouvimos mensagens e músicas em velocidade aumentada; é preciso caber ainda mais no já pouco espaço que resta. Há cada vez menos lugar para a reflexão e para o descanso.&nbsp;</p>



<p>Pais e mães têm sentido cada vez mais em suas vidas, pessoais e profissionais, essa falta de espaço quando é esperado deles disponibilidade irrestrita e respostas imediatas em ambientes on-line. Como vários dos atuais pais e mães nasceram em um mundo relativamente analógico, ainda puderam desenvolver um olhar crítico a essa crescente demanda. Mas e quanto às crianças que já chegam em um mundo em que é possível estar on-line 24 horas por dia? É necessária uma mediação das famílias desde já.   </p>



<h4 class="wp-block-heading">Como agir? </h4>



<p>&#8211; Apesar de ser um problema grande e crescente, nem sempre a abstinência é a solução mais adequada. Nesses casos, acreditamos no desenvolvimento da autorregulação; <br>&#8211; É fundamental o acompanhamento das famílias, estar próximos e atentos aos hábitos digitais dos filhos; <br>&#8211; Uma dica é pensar em uma dieta digital. Quando nossos filhos querem comer bolacha, não damos um pacote inteiro. Assim deve ser nos produtos digitais; <br>&#8211; Ocupar o tempo de crianças com atividades agregadoras e presenciais; <br>&#8211; Promover encontros com as mais diversas pessoas: vizinhos, parentes, antigos amigos etc.; <br>&#8211; Promover atividades físicas como, esportes, dança, teatro, música, circo entre outros. </p>



<h4 class="wp-block-heading">Em resumo: </h4>



<p>&#8211; A situação da dependência digital é cada vez mais preocupante. Mesmo sem conhecer profundamente suas causas, é fundamental agir agora; <br>&#8211; A dependência tecnológica prejudica radicalmente o desenvolvimento de habilidades sociais, fundamentais para as vidas pessoal e profissional; <br>&#8211; A disponibilidade 24 horas é outro problema que requer atenção; <br>&#8211; A promoção de atividades e encontros presenciais é essencial. </p>



<p></p>
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			</item>
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		<title>A difícil tarefa de mediar conflitos </title>
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		<dc:creator><![CDATA[crpmango]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2023 20:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Fundamental 1]]></category>
		<category><![CDATA[Fundamental 2]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Pais, mães e educadores podem querer agir diante de um conflito para proteger os envolvidos dos sentimentos desconfortáveis que aparecem em situações assim, tais como culpa, mágoa, vergonha, raiva, entre outros. Mesmo sendo mais desafiador, é mais produtivo o mediador adotar uma postura de tornar a situação uma fonte de aprendizado e, por consequência, fortalecimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<ul class="wp-block-list">
<li><em>Pai, eu quero que ele pare!</em>&nbsp;</li>



<li><em>Mãe, eu quero que ele me dê!</em>&nbsp;</li>



<li><em>Pai ou mãe: Eu quero paz!</em>&nbsp;</li>
</ul>



<p>Pais, mães e educadores podem querer agir diante de um conflito para proteger os envolvidos dos sentimentos desconfortáveis que aparecem em situações assim, tais como culpa, mágoa, vergonha, raiva, entre outros. Mesmo sendo mais desafiador, é mais produtivo o mediador adotar uma postura de tornar a situação uma fonte de aprendizado e, por consequência, fortalecimento de todos os envolvidos. &nbsp;</p>



<p><strong>Todos podem aprender com os conflitos</strong>&nbsp;</p>



<p>Quando temos o papel de resolver conflitos de nossos filhos, filhas ou estudantes, há muitos dilemas em nós mesmos para serem trabalhados: temos a tendência de querer nos livrar do problema resolvendo-o rapidamente; sentimos maiores dificuldades quando estamos mais envolvidos com uma das partes, por exemplo, se nosso filho estiver nessa situação; nem sempre sabemos qual seria a melhor saída para a situação.&nbsp;</p>



<p>Quando já temos tantas coisas com o que nos preocupar, a própria obrigação de atuar diante de um conflito já nos traz desconforto, claro, mas se olharmos para ele como uma oportunidade de aprendizado a todos os envolvidos, isso pode nos trazer algum alívio, além de uma nova motivação.&nbsp;</p>



<p><strong>O conflito pertence aos envolvidos</strong>&nbsp;</p>



<p>São os envolvidos no conflito que devem operar a partir das necessidades de enfrentamento, mas o papel de mediação pode ser fundamental! Num primeiro momento, o adulto pode pedir para a criança ou jovem descrever a situação, o que pode tornar mais claras as responsabilidades e as formas de atuação a partir daí. O mediador também deve legitimar as regras do ambiente em que aconteceu o conflito, como na escola, por exemplo, onde não é permitida qualquer violência física para a resolução de problemas. Outra ação importante é garantir que os interesses da “outra parte” sejam considerados, já que quando estamos no centro de um conflito temos a tendência de somente ver nosso lado. Treinar um olhar empático é fundamental para uma convivência pacífica.&nbsp;</p>



<p>Os conflitos dão pistas do que os envolvidos precisam aprender e desenvolver. Um exemplo é um aluno que deve falar sobre o ocorrido com a família, mas não consegue se comunicar ou ter a coragem de fazer isso. A escola pode atuar para ajudá-lo a elaborar esse comunicado, o que passa pela reflexão sobre sua atuação e o que o motivou a agir de determinada forma. &nbsp;</p>



<p><strong>Mediação</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Atuar sem julgamento de valor e sem tomar partido. Por mais difícil que isso possa parecer, é a única maneira de promover o desenvolvimento de todos os envolvidos;&nbsp;</li>



<li>Incentivar os envolvidos a descrever o que aconteceu e a dizer quais são seus sentimentos diante disso;&nbsp;</li>



<li>Incentivar os envolvidos a apontar possíveis soluções e refletir sobre a proposta de resolução das “outras partes”;&nbsp;</li>



<li>Na maioria das vezes, os conflitos não são resolvidos com a rapidez que gostaríamos. É importante ter paciência para cumprir as etapas de uma resolução;&nbsp;</li>



<li>É fundamental que o mediador controle a sua própria emoção, especialmente se ele for muito próximo a um dos envolvidos.&nbsp;</li>
</ul>



<p><strong>Em busca da independência</strong>&nbsp;</p>



<p>Quando não enfrentamos os conflitos, suas causas e possíveis consequências, querendo somente afastá-los ou resolvê-los apressadamente, não ensinamos os envolvidos a lidar com os conflitos, que são inerentes à vida, futuramente, e não atuamos no sentido de fortalecer os jovens e crianças. &nbsp;</p>



<p><strong>Em resumo:</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>São os envolvidos no conflito que devem operar a partir das necessidades de enfrentamento, mas o papel de mediação pode ser fundamental!&nbsp;</li>



<li>Mesmo sendo muito desafiador, é mais produtivo o mediador adotar uma postura de tornar o conflito uma fonte de aprendizado do que afastá-lo ou resolvê-lo apressadamente;&nbsp;</li>



<li>Há técnicas para se atuar como mediador, mas elas não funcionarão se não tivermos um olhar mais abrangente para os significados de um conflito, desde suas causas até suas consequências.&nbsp;</li>
</ul>



<p></p>
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